Investir ou não investir em imóveis, eis a questão
14/02/2010
Todo investimento pode ser bom ou ruim. Tudo depende de como, onde e com quem aplicar.
Mais um ano começa e a dúvida ainda persiste. Investir ou não investir em imóveis? Alguns especialistas insistem em dizer que não é um bom negócio. Já outros garantem que é uma excelente oportunidade. E a polêmica continua.
Afinal é ou não é vantajoso? A resposta deve caber a você, assim como a decisão. O que fazer ou deixar de fazer com seus recursos financeiros é decisão que compete a você. E se chegar à conclusão de que realmente quer investir no mercado imobiliário, saiba que fez uma excelente escolha.
Mas, como saber se esse investimento vai gerar lucros? Futurologia? Vidência? Bola de Cristal? Não! Simplesmente, analise e estude o mercado. Da mesma forma que é possível projetar o crescimento do País de 3,2% ou 4%, por meio de estudos econômicos, também é viável avaliar as vantagens e desvantagens de investir no mercado de imóveis.
Evidentemente, todo investimento pode ser bom ou ruim. Tudo depende de como, onde e com quem aplicar. Para ilustrar o que estou dizendo, vamos relembrar o caso Madoff. Dezenas de investidores perderam somas vultosas, bancos quebraram, pessoas que apostavam na bolsa perderam muito dinheiro, entre outros prejuízos. Tudo isso mostra que, independente da área do investimento, se a pessoa não souber ?tocar o negócio? pode perder muito dinheiro, inclusive em imóveis.
Recentemente, tive acesso ao caso de um cidadão que investiu incorretamente seus recursos em imóveis e saiu dizendo que esse é um mau negócio. Para dizer isso é necessário refletir, pois existem casos de investidores que hoje agradecem aos consultores que os orientaram a aplicar seus recursos em imóveis, pois, como consequência, seu capital e patrimônio cresceram, enquanto outros perderam muito dinheiro em investimentos paralelos.
Outra história que destaca o mercado imobiliário como um grande filão para investir é a do mega investidor Sam Zell. Nos últimos meses o empresário realizou um grande investimento no setor de imóveis no Brasil.
Agora, se mesmo assim você ainda tem dúvida se deve investir ou não nesse setor, pense o seguinte. Se no passado o seu avô ou o seu pai tivessem deixado um terreninho para você na Avenida Paulista, ou um imóvel na Rua 25 de Março ou construído uma vila de casas após chegarem da Europa e colocassem tudo isso em suas mãos, você diria que foi um bom investimento? Será que isso responde às suas dúvidas relacionadas a investimentos no mercado imobiliário?
É necessário saber investir. Procure orientação para isso. Existem inúmeros consultores e especialistas no setor de imóveis dispostos a ajudar nesta decisão. Eles podem significar a diferença entre investir bem ou não.
Imóvel para investimento tem de reunir características que proporcionem retorno financeiro. Por isso, antes de decidir analise e tome cuidado para não comprar unidades em um só empreendimento. Avalie o número de dormitórios, verifique se a localização é boa para venda ou locação, se a região possui boa liquidez e boa infraestrutura urbana (serviços, comércio, transportes, escolas, bancos, etc). Não se compra imóvel para investimento pensando em casa ou apartamento para moradia. Se você gosta de uma bela cobertura para morar, não compre uma como investimento para locação, por exemplo. Se você gosta de andar alto para morar, o critério não é o mesmo se está pensando em comprar para alugar. Os andares mais baixos são os mais baratos e o valor de locação deles é igual ao do andar mais alto. Se quiser comprar algum imóvel para vender no médio prazo, procure um mais em conta e que tenha melhor velocidade de vendas.
Em resumo, saiba que imóvel representa segurança, tranquilidade para o futuro e solidez de investimento. Geralmente, casas e apartamentos valorizam-se a cada ano que passa. Você que é proprietário, faça uma conta. Lembra-se de quanto pagou por seu imóvel? Compare com o que ele vale hoje. Percebeu o lucro? Pergunte para alguém que adquiriu um bem há alguns anos: quanto ele pagou e quanto vale atualmente. Se o cálculo for feito, o resultado vai indicar uma grande valorização. Isso sem contar a renda extra obtida quando o proprietário aluga seu imóvel. É difícil acreditar que ainda existam pessoas que não acreditam no investimento em imóveis. Precisamos nos basear em fatos e não em casos isolados. Bom investimento!
FONTE:
*Feliciano Giachetta é diretor da FGi Negócios Imobiliários.
A falta de espaços para a construção de novas torres de escritórios de alto padrão em São Paulo e no Rio de Janeiro promete um 2010 concorrido para a busca de imóveis comerciais nos dois maiores centros comerciais do País. É o que apontam as consultorias CB Richard Ellis e Colliers International. De olho neste vácuo, negócios de compra e venda de empreendimentos já existentes ou em construção se aquecem, assim como os projetos de empreendimentos comerciais de pequeno porte, que agregam conjuntos e salas comerciais.
Em São Paulo, a previsão de entrega de empreendimentos comerciais de pequeno porte, que agregam conjuntos e salas comerciais, está entre 110 mil e 140 mil metros quadrados de empreendimentos, apontam as consultorias. ?Há conjuntos pequenos a serem entregues, mais de 50% do total previsto para o ano, que não atendem empresas de médio e grande e porte. Essas empresas continuarão tendo dificuldade em encontrar imóveis?, diz André Strumpf, gerente de escritórios da Colliers International.
A CB Richard Ellis estima que neste ano, em São Paulo, a entrega seja de 110 mil m², em média, ou inferior, o que significa 30% menos que em 2009. ?O boom de lançamentos, anunciados nos últimos dois anos, deve ficar prontos em 2012 e 2013?, prevê Adriano Sartori, diretor da área de locação da CB Richard Ellis.
Este cenário aquece as negociações de compra e venda de edifícios prontos ou já lançados. De acordo com dados da CBRE, existem hoje na cidade de São Paulo 11,4 milhões m² de escritórios, do médio ao alto padrão (de salas comerciais e consultórios aos sofisticados imóveis triple A).
Negócios como a venda do edifício onde fica o Banco Real da Avenida Paulista, em São Paulo, confirmado pelo grupo Santander, despontam em um mercado carente de novos espaços. Localizado em uma região em que o metro quadrado de um terreno pode custar de R$ 12 mil a R$ 15 mil, a venda do imóvel é um negócio milionário: são mais de 7 mil metros quadrados de terreno, com 36.523 metros quadrados de área útil e 71.390 metros quadrados de área construída. Outras negociações fechadas no final do ano passado foram a venda da segunda torre do Ventura Corporate Towers, pela Camargo Correa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) para a BTS Participações e Investimentos, no Rio de Janeiro e, em São Paulo, a aquisição do edifício Torre Nações Unidas, em São Paulo, por R$ 148,5 milhões, feita pela BR Properties, empresa da GP Investments que comercializa, administra e aluga propriedades comerciais, e de um projeto da Brookfield, ainda em construção, em uma das áreas mais cobiçadas pelo segmento, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, também em São Paulo.
?Em 2009, o mercado de venda foi muito forte, até superior ao ano anterior, por que a crise favoreceu este mercado. A rentabilidade chegou a 11%, 12%; atualmente, os royalties estão entre 10 e 11%?, comentou o diretor da CBRE.
Segundo ele, a tipologia dos imóveis foi ampla e as transações foram favorecidas por conta da flexibilidade dos proprietários. ?Nós vendemos de tudo: prédios prontos, vazios, alugados, em projeto, em construção. Vários investidores, como fundos de pensão, fizeram captações e entraram com o bolso cheio e aproveitaram a flexibilidade de alguns proprietários?, declarou ele.
Vacância
As estimativas dão conta que em 2009, a cidade de São Paulo tenha registrado incremento entre 160 e 172 mil m² de novas áreas de escritórios, com a entrega de cinco empreendimentos, tais como as torres International Plaza II, no Itaim, e o do edifício-sede do Grupo Santander, na Vila Olímpia. ?O mercado cresceu 50 mil m² e absorveu 49 mil m². A absorção líquida positiva mostra que o mercado absorveu mais espaços do que entregou?, analisa o diretor da CBRE.
A taxa de vacância subiu de 4,6% para 5,3% no período, refletindo uma elevação na disponibilidade de imóveis. A estimativa de estoque de vacância no fim de 2009 atingiu 1,4 milhão de m². ?Uma variação de 5% a 11% nas taxas de vacância é saudável. Nesse intervalo, há um equilíbrio na negociação de aluguéis entre locatário e proprietário?, explica André Strumpf, para quem o mercado voltou a ficar mais equilibrado no segundo semestre. ?Hoje você já sente uma prévia de 2010, que será bom, mas continuará com poucas ofertas?, diz.
No Rio de Janeiro, a previsão é de que a taxa de vacância tenha encerrado 2009 em 3,1%, com absorção líquida positiva em torno de 99 mil m². Até setembro, as pesquisas feitas na cidade apontavam uma queda vertiginosa na vacância por espaços corporativos de alto padrão. ?Há uma dificuldade geográfica na cidade, que concentra as áreas comerciais no centro e na zona sul, que não tem mais áreas para novos espaços?, analisa Adriano Sartori.
A falta de espaço para construir novos empreendimentos de alto padrão promete um 2010 concorrido para a busca de imóveis comerciais nos dois maiores centros comerciais do País. É o que apontam as consultorias CB Richard Ellis e Colliers International.
Este ano, apenas em São Paulo, estima-se que sejam entregues 110 mil metros quadrados, 30% menos que em 2009. ?O boom de lançamentos, anunciado nos últimos dois anos, só deve ficar pronto em 2012 e 2013?, prevê Adriano Sartori, diretor da CBRE.
Fonte: DCI ? 06/01/2010
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Boas opções de investimento em lançamentos comerciais:
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Av. Paulista x Rua Plínio Figueiredo, S/N
Comerciais ? 31 a 176m²
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Comercial Casa das Caldeiras
Empreendimento: Comercial Casa das Caldeiras
Localização: Av: Francisco Matarazzo
Prazo de Entrega: 36 meses após o lançamento
Área do terreno: 11.334,78m²
Número de torres: 01
Elevadores: 14 (sendo 10 sociais, 1 de segurança e 3 que atendem áreas sócias e subsolos)
Número de pavimentos tipo: 26
Unidades por pavimento : 21
Área privativa: 36,76m² privativos a 1.138m² privativos
Número de vagas por conjuntos: 1 vaga para cada unidade (direito de uso conforme convenção de condomínio)
Arquitetura: Marcio Curi & Azevedo AntunesArquitetura
Paisagismo: Benedito Abbud Paisagismo
PlanejamentoDecoração: Janaina Leibovitch
Gastão Vidigal Sohoffice
Área do terreno: 5.660 m²
Quantidades de Torres: 1
Número de pavimentos: 11
Total de Unidades: 276
Área Privativa das Unidades: à partir de 30m²
Número de Elevadores: 3 elevadores Sociais por núcleo (6 no total)
Número de Vagas de Garagem: 1ou 2 vagas + 33 autônomas
mais informações: www.casadascaldeiras.wordpress.com
http://blogdoimovel.wordpress.com/2010/02/14/investir-ou-nao-investir-em-imoveis-eis-a-questao/





